Segundo dados da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), o Brasil ainda não atingiu a meta de cobertura vacinal para a maioria das vacinas do calendário básico infantil em 2022.
O cenário mais grave é registrado entre as vacinas aplicadas após o aniversário de um ano: a tríplice viral, que protege contra o sarampo, caxumba e rubéola; a tetra viral, que inclui também a primeira dose da varicela e a hepatite A. Todas estão com cobertura inferior a 50% da população.