O Evangelho deste domingo, escrito por Lucas, narra o Batismo de Jesus, realizado por João Batista nas águas do rio Jordão. É uma cena muito bonita. Vou ler aqui: “Quando todo o povo estava sendo batizado, Jesus também recebeu o batismo. E, enquanto rezava, o céu se abriu e o Espírito Santo desceu sobre Jesus em forma visível, como pomba. E do céu veio uma voz: Tu és meu filho amado, em ti ponho o meu bem-quer”.
É como se Deus dissesse a Jesus, “você é minha alegria”. Deus não é um ser impessoal, é um Pai feliz de ser Pai. Um Pai alegre diante de seu filho, que é uma revelação de Deus. A gente podia perguntar: Por que todos ali ouviram essa voz de Deus? Por que todos deviam ouvir? Fala aqui no texto que “o céu se abriu.” Sim, porque o céu estava fechado, mas com Jesus o céu se abriu de novo.
Esse é o tema também do nosso batismo. No batismo nos é dada a identidade de filhos de Deus. Essa frase é também para nós. Deus nos diz pessoalmente: “tu és meu filho amado, em ti ponho o meu bem-querer”. E quando nos sentimos amados, nós também amamos. Portanto, vamos sempre lembrar que somos filhos amados de Deus.
O Evangelho deste domingo, escrito por Mateus, narra a visita dos Reis Magos ao Menino Jesus em Belém. É uma história muito bonita e cheia de significado. Sabemos que esses Reis Magos vieram de longe, do Oriente, seguindo uma estrela que pousou sobre a gruta onde Jesus nasceu. Os anjos, os pastores e todas as criaturas também ficaram ali ao redor da manjedoura. Os magos trouxeram presentes e adoraram Jesus e não voltaram até o rei Herodes, mas retornaram para as suas terras, seguindo por outro caminho. Eles não voltaram a Herodes, porque reconheceram o Rei dos Reis, que era Jesus.
O Evangelho de hoje narra uma passagem que nos fala da Sagrada Família de Nazaré. Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, para a festa da Páscoa. Quando ele completou doze anos, eles foram para a festa, como de costume. Passados os dias da Páscoa, começaram a viagem de volta, mas o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais percebessem, porque pensavam que ele estava na caravana junto com os conhecidos. Quando eles deram pela falta de Jesus, ficaram muito aflitos e voltaram para Jerusalém à sua procura.
Este período de pandemia foi um fator que aumentou o sedentarismo inclusive de crianças. O isolamento social deixou as famílias mais tempo em casa e isso gerou mudanças na rotina de muitas famílias, incluindo a alimentação e atividades físicas.