Em um passado não tão distante, a infância era repleta de brincadeiras tradicionais, que incentivam a criatividade, atividades físicas, e a interação entre crianças e pessoas de várias idades. Mas mesmo que muitos achem que dessa época nada sobrou, algumas tradições foram mantidas e muitas brincadeiras ainda são as mesmas.
O Senado Federal promoverá, no dia 13 de setembro de 2021, às 10h, Sessão Especial em alusão ao centenário de nascimento de Dom Paulo Evaristo Arns, Arcebispo Emérito de São Paulo (in memoriam). Ele nasceu em 14 de setembro de 1921 e morreu em 14 de dezembro de 2016.
As brincadeiras folclóricas são coletivas e com isso ajudam nas relações sociais e no convívio com o outro. Brincando a criança aprende a compartilhar, dividir, se relacionar em grupo, esperar sua vez, a ganhar e a perder.
Essas brincadeiras ainda têm a particularidade de aproximar as famílias, porque o pai, a mãe, os avós, conhecem as brincadeiras, ensinam as crianças, o que além de ajudar a estimular a criatividade, irá fortalecer laços afetivos.
O evangelista João, coloca na boca de Pedro essa profissão de fé: “Tu tens palavras de vida eterna”. Após o discurso de Jesus sobre o pão da vida, o pão que alimenta, o pão que encoraja, o pão que exige ir ao encontro do outro, muitos discípulos começaram a abandonar o caminho que percorriam com Jesus. As palavras de Jesus, dizendo que Ele era o pão da vida, chocou os judeus e também os discípulos. As palavras eram difíceis de compreender. Eles não conseguiam compreender completamente o que Jesus dizia: que desceu do céu e que na sua carne, frágil, mortal estava o Deus vivo.