O Evangelho deste domingo, escrito por João, narra as Bodas de Caná. “Naquele tempo, houve um
casamento em Caná da Galiléia. A mãe de Jesus estava presente. Também Jesus e seus discípulos tinham sido convidados para o casamento.” E aí nós sabemos o que aconteceu: que faltou vinho e que Jesus fez o seu primeiro milagre. É o que acontece muitas vezes em nossas festas. Em um dado momento, sempre falta alguma coisa. E aqui faltou o principal, faltou o vinho, símbolo da festa, da alegria, da vida. E aí veio o momento da crise. O que fazer?
Vamos olhar um pouco o papel de Maria nesta festa. Aqui estão as duas únicas frases ditas por Maria no Evangelho de João. São frases que revelam uma situação, uma crise e pedem uma mudança, uma solução. Algo precisa acontecer.
Essa semana nossa abordagem é sobre a Missão da Pastoral da Criança, e a alegria em ser voluntário. Dom Pedro Brito, atual arcebispo de Palmas, no Tocantins escreveu a música “vivo a alegria de ser missionário” e destacamos trechos que traduzem nossa alegria e missão:
O Evangelho deste domingo, escrito por Lucas, narra o Batismo de Jesus, realizado por João Batista nas águas do rio Jordão. É uma cena muito bonita. Vou ler aqui: “Quando todo o povo estava sendo batizado, Jesus também recebeu o batismo. E, enquanto rezava, o céu se abriu e o Espírito Santo desceu sobre Jesus em forma visível, como pomba. E do céu veio uma voz: Tu és meu filho amado, em ti ponho o meu bem-quer”.
É como se Deus dissesse a Jesus, “você é minha alegria”. Deus não é um ser impessoal, é um Pai feliz de ser Pai. Um Pai alegre diante de seu filho, que é uma revelação de Deus. A gente podia perguntar: Por que todos ali ouviram essa voz de Deus? Por que todos deviam ouvir? Fala aqui no texto que “o céu se abriu.” Sim, porque o céu estava fechado, mas com Jesus o céu se abriu de novo.
Esse é o tema também do nosso batismo. No batismo nos é dada a identidade de filhos de Deus. Essa frase é também para nós. Deus nos diz pessoalmente: “tu és meu filho amado, em ti ponho o meu bem-querer”. E quando nos sentimos amados, nós também amamos. Portanto, vamos sempre lembrar que somos filhos amados de Deus.
O Evangelho deste domingo, escrito por Mateus, narra a visita dos Reis Magos ao Menino Jesus em Belém. É uma história muito bonita e cheia de significado. Sabemos que esses Reis Magos vieram de longe, do Oriente, seguindo uma estrela que pousou sobre a gruta onde Jesus nasceu. Os anjos, os pastores e todas as criaturas também ficaram ali ao redor da manjedoura. Os magos trouxeram presentes e adoraram Jesus e não voltaram até o rei Herodes, mas retornaram para as suas terras, seguindo por outro caminho. Eles não voltaram a Herodes, porque reconheceram o Rei dos Reis, que era Jesus.
Outra coisa interessante neste Evangelho é a estrela que os magos seguiram e que lhes indicava o caminho. Agora, eles entenderam que aquela estrela era o próprio Jesus. E para voltar, eles não precisaram mais seguir a estrela, porque depois que eles viram Jesus, eles a carregavam no coração. Quem encontra Jesus não vive mais na escuridão.