O Evangelho deste domingo, escrito por São Lucas, conta que Jesus curou 10 leprosos e
que só um deles voltou para agradecer. Que coisa feia é a ingratidão, não é! A ingratidão vem de um coração soberbo, indiferente e egoísta.
O Papa Francisco nos fala de três palavras que nunca podem faltar na nosso dia-a-dia: “por favor”, “desculpe” e “obrigado”. São palavras que precisamos usar sempre e ensiná-las às crianças. São as palavrinhas mágicas que ajudam a abrir todas as portas e que são essenciais para o desenvolvimento e crescimento das crianças. São fáceis de ensinar desde cedo e, no fundo, são simplesmente palavras de boa educação e de boas maneiras, fundamentais para o convívio social.
Voltemos ao Evangelho. “Não foram 10 os que eu curei?”, perguntou Jesus, “onde estão os outros 9?” Não voltaram nem para dizer obrigado. O número 10 é um número simbólico, representa a universalidade, a humanidade inteira. Ou seja, todos nós.
Estamos iniciando o mês de outubro, um mês muito especial, recheado de acontecimentos e
celebrações. Para começar, neste domingo, os brasileiros vão às urnas para escolher deputados, senadores, governadores e presidente. Um gesto de democracia e cidadania que deve ser feito com consciência e responsabilidade.
O mês de outubro é conhecido também como o Mês das Missões, em honra a Santa Teresinha do Menino Jesus, a padroeira das missões. Parabéns a todos os missionários e missionárias! Recordamos ainda neste mês São Francisco de Assis, um dos santos mais admirados no mundo, padroeiro dos animais e da natureza e conhecido por ser o santo dos pobres.
E olha só que bonito: neste mês também temos o Dia da Criança, o Dia do Professor, o Dia do Médico, o Dia do Idoso. E não podemos esquecer do “Outubro Rosa”, pela luta contra o câncer de mama. E para coroar tudo isso, peçamos a bênção a Nossa Senhora Aparecida, Mãe de Jesus, a mais santa de todas as mulheres, a primeira discípula de seu Filho e também a primeira evangelizadora da Igreja. Que Nossa Senhora Aparecida nos proteja.
O Evangelho desde domingo conta a parábola do pobre Lázaro e de um homem rico, que a
tradição o chamou de “Epulão”, que significa opulento, porque se vestia de púrpura e linho e dava todos os dias esplêndidas festas. Ao contrário, Lázaro era um pobre, cheio de feridas, que ficava ali no chão, à porta do rico, que lhe negava inclusive as migalhas que caiam de sua mesa. Esse pobre vivia sozinho, os cachorros vinham lamber as suas feridas. Ninguém cuidou dele e ele morreu e foi consolado por Abraão. Morreu também o rico que terminou no meio dos tormentos.
Como é uma parábola contada por Jesus, precisamos entender o que ela quer nos ensinar. Mais do que inferno e paraíso, precisamos pegar esse texto e tirar uma mensagem para a nossa vida.
A história do rico Epulão é a história de um rico entorpecido, embriagado pelo prazer, pelo conforto, pela comida, pela estética. Um homem fechado no seu mundo. Não teve a capacidade de olhar para fora dele. Este homem não enxergou o sofredor que estava a sua porta. Nesta parábola, Jesus chama a atenção para a indiferença e a insensibilidade deste homem rico que não olhou e não teve compaixão de seu irmão. Quando estamos entorpecidos, não escutamos e não vemos ninguém.
“O aplicativo traz uma grande contribuição para o nosso trabalho. Temos percebido que o aplicativo tem ajudado bastante no trabalho do líder por facilitar em fazer a visita domiciliar. Lá tem a própria possibilidade de encontrar as páginas do Guia. Tem outras orientações que ficam bem mais fáceis do líder encontrar no aplicativo, encontrar os dados e assim poder melhor orientar a mãe e a família.”
Antônia de Jesus é líder da Pastoral da Criança de Arari, Diocese de Coroatá, no estado do Maranhão.