Pastoral da Criança Pastoral da Criança

Sidebar

  • Início
  • Gestante
  • Bebê
  • Criança
  • Vida Plena
  • Quem somos
  • Contato
  • Doar
  • Busca
  • Facebook
  • instagram
  • Pastoral em ação
  • Ser voluntário
  • Português
  • Español
  • Inglês
  • Kreyòl ayisyen
  • Pastoral em ação
  • Quero ser voluntário
  • Português
  • Español
  • Inglês
  • Kreyòl ayisyen
  • Início
  • Gestante
  • Bebê
  • Criança
  • Vida Plena
  • Quem somos
  • Contato
  • Doar
  • Busca
  • Facebook
  • instagram

Campanhas

Detalhes
Última Atualização: 07/05/2026
1800 saneamento basico entrevista

O Maio Laranja é uma campanha nacional de conscientização e combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. O tema chama atenção para uma realidade preocupante e muitas vezes silenciosa: a violência sexual contra crianças. Dados oficiais da campanha apontam que, a cada hora, três crianças são abusadas no Brasil. Metade das vítimas tem entre 1 e 5 anos de idade. Na maioria dos casos, a violência acontece dentro de casa ou é praticada por alguém próximo da vítima, o que torna ainda mais importante a atenção da família, da escola, da comunidade e de toda a sociedade.

Mas como perceber os sinais de abuso? Como orientar as crianças sobre proteção do corpo e limites? E como agir diante de uma suspeita? Para refletir sobre essas questões, a entrevistada deste Tema da Semana é Cecília Landarin Heleno, analista de projetos do Centro Marista de Defesa da Infância, em Curitiba (PR). Na entrevista, ela explica os diferentes tipos de violência sexual, os sinais que podem indicar situações de abuso, a importância da prevenção e os canais de denúncia. Você pode ler a entrevista abaixo ou ouvir o conteúdo completo no player de áudio desta página..

1800 saneamento basico entrevistadaCecília Landarin Heleno

Entrevista com Cecília Landarin Heleno, analista de projetos do Centro Marista de Defesa da Infância, em Curitiba, Paraná.

Quais sinais podem indicar que uma criança ou adolescente está sofrendo algum tipo de abuso?

CECÍLIA:

É importante dizer que essa experiência é muito subjetiva. A maneira como a criança vivencia a situação é que vai determinar os sinais que ela demonstrará

Quando falamos de violência sexual, podemos observar comportamentos. Qualquer mudança de comportamento muito brusca é sempre um sinal de que pode haver alguma coisa errada. Podemos falar, por exemplo, de comportamentos hipersexualizados, de conhecimento incompatível com a idade da criança, desenhos ou assuntos que ela não deveria conhecer ou presenciar. Tudo isso pode indicar que a criança está sofrendo algum tipo de violência sexual ou presenciando situações que também configuram violência sexual.

Também podem surgir mudanças de comportamento, como não querer mais se relacionar ou falar com algum homem ou mulher da família, não querer mais ficar sozinha, não querer voltar para casa, deixar de fazer atividades que antes gostava de realizar. Tudo isso são sinais de que alguma coisa pode estar errada.

Existem também sinais físicos mais evidentes, principalmente quando há toque físico. Pode haver lesões nas partes íntimas, machucados, dores, corrimentos, entre outras situações.

Cecília, como a família e a comunidade podem acolher as crianças e adolescentes que sofreram algum tipo de abuso sexual?

CECÍLIA:

Existem três formas de conhecer uma situação de violência, e isso não vale apenas para a violência sexual: por meio do relato de terceiros, pelos sinais apresentados pela criança ou pelo relato da própria criança

O acolhimento é fundamental quando a criança relata a situação. É importante dar crédito ao que ela está dizendo, sem desconfiar em nenhuma hipótese. Se ela escolheu falar com você, é essencial que você esteja disponível para ajudá-la, sem julgamentos ou juízo de valor, fazendo os encaminhamentos necessários.

O acolhimento precisa partir do afeto e do vínculo já existente com aquela criança, em uma relação de proximidade. O mais importante é que ela saiba que não está sozinha e que conta com ajuda para enfrentar aquela situação, que muitas vezes ela própria ainda não identifica como violência.

Muitas crianças relatam essas situações como se fossem algo banal. Por isso, é fundamental que família, comunidade e escola estejam disponíveis para ouvir, não transfiram a responsabilidade, acreditem no relato e busquem ajudar da melhor forma possível. Agora, se a criança não contou nada, não recomendamos fazer uma abordagem direta.

Viva a Vida Programa de rádio Viva a Vida – 1807 - 11/05/2026 - Maio Laranja

Assistir no YouTube

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

Como conversar com crianças sobre proteção do corpo e limites de forma adequada para cada idade?

CECÍLIA:

A forma adequada depende da linguagem utilizada. Quando falamos de prevenção à violência sexual, precisamos explicar que algumas partes do corpo são íntimas e que somente podem ser tocadas em situações de cuidado ou necessidade de ajuda.

Também é importante ensinar a criança a reconhecer seus sentimentos, compreender seus limites e aprender a se expressar. A educação baseada no respeito é a base de tudo isso.

Cecília, se alguém suspeitar de abuso quais são os canais de denúncia?

CECÍLIA:

Se a pessoa for um profissional, o mais adequado é comunicar a instituição onde trabalha, para que ela faça os encaminhamentos necessários.

Se não houver encaminhamento da instituição, ou se a pessoa não for um profissional — mas sim um vizinho ou familiar, por exemplo — existem alguns canais importantes. O Conselho Tutelar é uma possibilidade. Também existem o Disque 100 e o Disque 181. O Ministério Público também possui canais de denúncia anônima.

Esses canais funcionam da seguinte forma: a pessoa faz o relato da situação, inclusive de forma anônima, e a informação chega ao Conselho Tutelar para providências.

Em situações flagrantes, que exigem intervenção imediata, a polícia é o canal mais adequado.

(TESTEMUNHO) Sandralina Santos Miranda, Coordenadora Arquidiocesana da Pastoral da Criança de Feira de Santana, estado da Bahia.

Sandralina, como os líderes da Pastoral da Criança ajudam no fortalecimento das famílias para que elas vivam em harmonia e em paz?

SANDRALINA:

A Pastoral da Criança fortalece as famílias por meio das visitas domiciliares, levando orientações sobre saúde, nutrição, educação, paz e cidadania.

Nessas visitas, conversamos com os pais sobre o desenvolvimento integral das crianças de zero a seis anos, promovendo a convivência amorosa, a prevenção de riscos e o fortalecimento dos vínculos entre pais e filhos.

Leia a entrevista na íntegra

1807 - 11/05/2026 - Maio Laranja

 

45º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Igualdade de gênero”.

Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas

1616º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

"Paz, Justiça e Instituições Eficazes"

Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas a todos os níveis

Dra. Zilda

“As crianças, quando estão bem cuidadas, são sementes de paz e esperança. Não existe ser humano mais perfeito, mais justo, mais solidário e sem preconceitos que as crianças.”

Papa Leão XIV

“Ninguém pode deixar de favorecer contextos em que a dignidade de cada pessoa é protegida, especialmente a das mais frágeis e indefesas.”

Segurança Família
Detalhes
Última Atualização: 06/05/2026
1797 dia da mulher e a busca pela equidade entrevista

A Pastoral da Criança nasceu trabalhando com mães e permanece, há mais de 40 anos, nessa mesma caminhada, reconhecendo o papel essencial da maternidade no cuidado com a vida.

As mães são fonte segura de amor, saúde e cuidado para com seus filhos. São elas que transformam para melhor a realidade em que vivem. Muitas encontram forças na fé e na espiritualidade vividas nas ações do dia a dia, a exemplo de Maria, a Mãe de Jesus.

No conteúdo do Programa Viva a Vida desta semana, convidamos líderes e mães da Pastoral da Criança para partilharem suas experiências, desafios e alegrias. O programa também traz mensagens do presidente, Dom Frei Severino Clasen, da coordenadora nacional, Maria Inês Monteiro de Freitas, e uma reflexão da fundadora da Pastoral da Criança, Dra. Zilda Arns Neumann.

Entrevista com Inessa da Silva Varela, Adriana Hammes, Elenice Fátima da Silva Teles, Cristina Gonçalves de Freitas e Cristiane Pires - Mães que transformam vidas.

Inessa da Silva Varela, líder da Pastoral da Criança de João Câmara, Rio Grande do Norte.

Inessa, o que é ser mãe para você?

INESSA:

Ser mãe é sinônimo de amor incondicional, doação, proteção, renúncia e muita felicidade. Não dá para mensurar o amor de uma mãe por um filho. Só vivendo para sentir

Viva a Vida Programa de rádio Viva a Vida –1806 - 04/05/2026 - Dia das Mães

Assistir no YouTube

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

Adriana Hammes, líder da Pastoral da Criança e coordenadora paroquial da cidade de São Gabriel, Rio Grande do Sul.

Adriana, por que é necessário aceitar que nenhuma mãe é perfeita?

ADRIANA:

O primeiro passo é perceber se aquilo é informação ou apenas opinião. A informação relata um fÉ necessário aceitar que não somos perfeitas, porque nós, mães, também somos seres humanos e também erramos. Mas é errando que aprendemos. Então, precisamos aceitar isso até para podermos educar nossos filhos da melhor forma possível.

Elenice Fátima da Silva Teles, líder da Pastoral da Criança do município de Miguel Pereira, Rio de Janeiro.

Elenice, por que a Pastoral da Criança prioriza o trabalho com as mães?

ELENICE:

Porque a mãe é a primeira orientadora dos seus filhos. É ela que é a base, o laço afetivo. Por isso, precisa receber orientação para que possa ser fortalecida e, assim, garantir saúde, educação e vida plena para seus filhos.

Cristina Gonçalves de Freitas, líder da Pastoral da Criança da Paróquia Maria de Nazaré, em Samambaia Sul, Distrito Federal.

Cristina, como o exemplo de Maria, a Mãe de Jesus, fortalece a sua missão como mãe?

CRISTINA:

O exemplo de Maria nos fortalece pela sua confiança em Deus. Mesmo diante das dificuldades, ela disse “sim” com fé e coragem, ensinando-nos a seguir firmes mesmo sem todas as respostas. Sua vida mostra cuidado, presença e amor, inspirando mães a acompanharem seus filhos com atenção e valores. Também ensina a humildade e o serviço, lembrando que ser mãe é uma missão de amor, fé e entrega..

Cristiane Pires, líder da Pastoral da Criança de Taubaté, São Paulo, também deixa a sua mensagem para as mães.

Cristiane:

Ser mãe é viver uma missão abençoada por Deus todos os dias. A maternidade me ensina sobre o amor verdadeiro, a paciência e a entrega. Cada sorriso da minha filha é um presente divino e, mesmo nos desafios, sinto Deus me fortalecendo e guiando meus passos. Feliz Dia das Mães!

1799 familia bem informada mozart

(MENSAGEM) Saudosa Dra. Zilda Arns Neumann, fundadora da Pastoral da Criança

Francisco, como os líderes da Pastoral da Criança colaboram em levar informações seguras para as famílias acompanhadas?

FRRANCISCO:

A Pastoral da Criança promove ações educativas e preventivas usando várias estratégias. Informa as famílias sobre seus direitos no SUS e em outras políticas públicas. Orienta sobre prevenção de doenças e desenvolvimento infantil adequado. Também realiza campanhas que ajudam a levar informação segura e de qualidade a todos.

 

Leia a entrevista na íntegra

1806 - 04/05/2026 - Dia das Mães 

Mães Vidas
Detalhes
Última Atualização: 19/01/2026
1773 saude mental da crianca entrevista horizontalPastoral da Criança orienta gestantes sobre o pré-natal. Na foto, líder entrega cartela do material educativo ‘Laços de Amor’.

Um pré-natal de qualidade e humanizado começa muito antes dos exames e do ultrassom. Ele se constrói, sobretudo, no acolhimento da gestante desde o primeiro contato com o serviço de saúde, no acesso precoce às consultas e na criação de um vínculo com a equipe que vai acompanhá-la ao longo desse período.

No Sistema Único de Saúde (SUS), toda gestante tem direito ao acesso às consultas de pré-natal, aos exames necessários, à presença de um acompanhante e à informação sobre o próprio corpo, sobre o parto e sobre a maternidade de referência. Também é direito da mulher receber um atendimento sem discriminação, participar das decisões sobre seu cuidado e vivenciar a gestação, o parto e o pós-parto com dignidade e respeito, conforme orientações das políticas públicas de saúde voltadas à atenção integral à mulher.

Para entender melhor o que é um pré-natal humanizado e conhecer os direitos da gestante, acompanhe o conteúdo completo do Programa Viva a Vida, com informações e orientações de quem atua diretamente na formulação das políticas de saúde no Brasil.

1772 hortascaseirasecomunitarias anasimoneMariana Seabra

Entrevista com Mariana Seabra, coordenadora-geral de Atenção à Saúde das Mulheres, no Ministério da Saúde.

O que o médico ou o profissional de saúde precisa avaliar em cada consulta de pré-natal?

Em cada consulta, é necessário avaliar a pressão arterial, o peso, a altura e o estado nutricional da gestante. Também se observa a presença de edemas, que são os inchaços nas pernas ou nos braços, além da altura uterina, que é a medição da barriga para acompanhar a idade gestacional e o desenvolvimento do bebê.

Devem ser avaliados os batimentos cardíacos e os movimentos fetais, bem como sinais de risco, como dor, sangramento ou redução dos movimentos do bebê. Fazem parte da consulta a solicitação de exames, a atualização vacinal e o uso da caderneta da gestante, que é fundamental nesse processo. Além disso, em todas as consultas deve ser feita a classificação do risco gestacional, para identificar precocemente qualquer situação que indique necessidade de acompanhamento especializado.

Viva a Vida Programa de rádio Viva a Vida – 1791 – 19/01/2026 - Além do Ultrassom

Assistir no YouTube

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

Quais são os sinais de alerta a que a gestante precisa estar atenta?

Os principais sinais de alerta incluem sangramento vaginal. Nesse caso, se a unidade básica estiver fechada quando ocorrer, é fundamental procurar um serviço de saúde com atendimento obstétrico. Dor de cabeça intensa ou alterações visuais também são sinais importantes, assim como dor abdominal forte.

Febre na gestação merece atenção, pois gestantes não devem apresentar febre. Perdas vaginais anormais, como excesso de muco ou líquidos, precisam ser avaliadas. Falta de ar ou cansaço intenso também são sinais de alerta. Além disso, após a gestante começar a perceber os movimentos do bebê, qualquer redução desses movimentos deve motivar a busca imediata por atendimento de saúde.

Por que a gestante deve ter sempre junto a caderneta da gestante?

A caderneta da gestante é um guia que reúne todas essas informações e muitas outras. Ela traz orientações detalhadas sobre alimentação, atividade física, posições de parto e o desenvolvimento do bebê em cada fase da gestação.

É um material completo, baseado em evidências científicas, que ajuda a gestante a compreender o que esperar de cada etapa e reforça as práticas de cuidado e de humanização do pré-natal e do parto.

Leia a entrevista na íntegra

1791 - 19/01/2026 - Além do Ultrassom

E SDG Icons NoText 033º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Saúde e Bem-Estar”

Garantir o acesso à saúde de qualidade e promover o bem-estar para todos, em todas as idades

45º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Igualdade de gênero”.

Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas

Dra. Zilda

“No acompanhamento da gestante mês a mês, através da visita domiciliar, você está melhorando o mundo, pelo benefício que leva à gestante e à criança, na partilha do saber e do amor fraterno”.

 

Papa Leão XIV

“A maternidade e a paternidade, assim preservadas, não são de forma alguma um fardo para a sociedade, mas sim uma esperança que a fortalece e renova.”

Gestante Pré-natal
Detalhes
Última Atualização: 06/04/2026
1800 saneamento basico entrevistaFoto: acervo Pastoral da Criança

A gripe e a covid-19 estão entre as infecções respiratórias mais comuns e podem evoluir para casos graves, especialmente em pessoas dos grupos mais vulneráveis, como crianças com menos de 6 anos, gestantes e idosos.

As vacinas ajudam a prevenir as formas mais graves dessas doenças, com alta eficácia na redução de hospitalizações e mortes. Ou seja, quem está vacinado tem muito menos risco de desenvolver complicações. Caso contraia a doença, os sintomas tendem a ser mais leves, semelhantes a um resfriado.

A vacina contra a covid-19 está disponível gratuitamente no SUS. Já a vacina contra a gripe é oferecida gratuitamente para os grupos prioritários. A recomendação é consultar, na sua cidade, onde as vacinas estão disponíveis e quem pode se vacinar.

1800 saneamento basico entrevistadaEder Gatti Fernandes

Entrevista com Eder Gatti Fernandes, diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde.

Eder, qual é a importância da vacina da gripe e da covid-19 para todas as idades e para a saúde individual e coletiva?

EDER:

A influenza e a covid-19 estão entre as principais causas de infecções respiratórias, e algumas pessoas têm maior risco de evoluir para formas graves dessas doenças, especialmente idosos, crianças, gestantes e pessoas com comorbidades, como doenças crônicas.

Além disso, há grupos com maior risco de exposição. Por isso, essas vacinas são fundamentais para os grupos prioritários, com destaque para gestantes, idosos e crianças, que apresentam maior risco de hospitalização e morte.

A vacinação é importante tanto para a proteção individual quanto para a saúde coletiva. Nos períodos de maior circulação da influenza, por exemplo, há aumento significativo na ocupação de leitos, o que sobrecarrega o sistema de saúde. Vacinar-se contribui para reduzir esse impacto.

Gestantes e mulheres que amamentam podem receber as vacinas da gripe e da covid-19?

EDER:

Sim. As vacinas contra a covid-19 e a influenza são recomendadas para gestantes. Além de não oferecerem risco ao bebê, contribuem para aumentar a proteção da criança.

Viva a Vida Programa de rádio Viva a Vida – 1803 - 13/04/2026 - Vacinas de gripe e covid-19

Assistir no YouTube

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

Por que é necessário se vacinar todos os anos contra a gripe?

EDER:

A vacinação anual é necessária porque a proteção oferecida pela vacina contra a gripe não é duradoura e precisa ser renovada periodicamente.

Além disso, o vírus sofre constantes mutações. As cepas que circulam variam ao longo do tempo, e a Organização Mundial da Saúde monitora essas mudanças para atualizar a composição da vacina. Assim, a imunização anual garante proteção atualizada contra os vírus em circulação.

Quais os perigos de não vacinar contra a gripe e a covid-19?

EDER:

Os vírus da influenza e da covid-19 sofrem mutações frequentes. Não se vacinar aumenta o risco de infecção e de evolução para formas graves das doenças.

Isso representa um risco tanto para a saúde individual quanto para o sistema de saúde, já que pode resultar em maior ocupação de leitos hospitalares.

(MENSAGEM) Coordenadora nacional da Pastoral da Criança, Maria Inês Monteiro de Freitas.

Maria Inês, quais são as orientações da Pastoral da Criança sobre a vacinação?

MARIA INÊS:

A Pastoral da Criança é uma grande promotora da vacinação nas comunidades. Esse é um tema presente nas visitas domiciliares, pois as vacinas previnem doenças e salvam vidas.

Vacinar-se contra a gripe, a covid-19 e outras doenças é um gesto essencial de cuidado com a própria saúde e com a saúde das outras pessoas. As vacinas reduzem o risco de formas graves, diminuem internações, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com condições de saúde mais vulneráveis.

Vacinar bebês, crianças e gestantes é escolher a vida, a proteção e o compromisso com um futuro mais saudável e seguro para todos.

Infelizmente, informações falsas que circulam nas redes sociais podem prejudicar a saúde. Por isso, é importante confiar em fontes seguras. Os líderes da Pastoral da Criança recebem orientações confiáveis e estão preparados para partilhar essas informações com as famílias.

Leia a entrevista na íntegra

1803 - 13/04/2026 - Vacinas de gripe e covid-19

 

E SDG Icons NoText 033º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Saúde e Bem-Estar”

Garantir o acesso à saúde de qualidade e promover o bem-estar para todos, em todas as idades

1717º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Parcerias e meios de implementação”

Reforçar os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável

Dra. Zilda

“O líder da Pastoral da Criança acompanha, ora, vigia, como o Bom Samaritano que busca o bem e a saúde de quem precisa”.

Papa Leão XIV

“O acesso à saúde e à proteção deve ser garantido aos mais vulneráveis, pois isso é necessário para a sua dignidade e também para evitar que a injustiça se torne semente de conflito.”

Saúde Vacinas
Detalhes
Última Atualização: 04/02/2026
1773 saude mental da crianca entrevista horizontalFabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Dados recentes divulgados pelo Núcleo Ciência Pela Infância mostram que as crianças brasileiras estão tendo acesso cada vez mais precoce às telas. Quase metade (44%) das crianças com até dois anos de idade já acessa a internet. O número é ainda maior entre crianças de 3 a 5 anos, chegando a 71%.

Essa realidade se torna ainda mais preocupante no caso das famílias em situação de pobreza, contexto em que se encontra a maior parte das crianças acompanhadas pela Pastoral da Criança. Segundo o estudo, 69% das crianças de famílias de baixa renda são expostas a tempo excessivo de telas.

“Quanto menor a renda, menor é a disponibilidade de redes de apoio e maiores são as chances de as telas substituírem o convívio e o brincar, com efeitos negativos para o desenvolvimento infantil”, destaca trecho do relatório divulgado em dezembro de 2025.

De acordo com os pesquisadores, o aumento do uso de telas acaba substituindo o tempo de interação humana, de brincadeiras e de presença dos adultos, fazendo com que se percam “oportunidades essenciais para o desenvolvimento da linguagem, dos vínculos afetivos, da regulação emocional e das habilidades sociais”.

No conteúdo desta semana do Programa Viva a Vida, convidamos a Sociedade Brasileira de Pediatria para explicar quais outros riscos estão envolvidos no acesso precoce à internet e às telas — como a adultização infantil — e orientar sobre como pais e responsáveis podem proteger seus filhos.

1772 hortascaseirasecomunitarias anasimoneDr. Eduardo Jorge Custódio da Silva

Entrevista com Dr. Eduardo Jorge Custódio da Silva, membro do grupo de trabalho de Saúde Digital da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Dr. Eduardo, o que significa adultização infantil e como os pais podem proteger seus filhos diante disso?

Adultização é quando se impõem à criança tarefas ou obrigações que pertencem ao universo adulto, algo que não corresponde à sua faixa etária. Um exemplo é quando a criança é colocada para gravar vídeos para o YouTube e, em alguns casos, acaba até se tornando uma provedora da família. Isso caracteriza adultização.

Outro aspecto muito preocupante é quando a adultização se mistura com a erotização, ou seja, quando a criança é sexualizada de forma precoce, muito antes do tempo adequado. Esse é um problema sério que enfrentamos atualmente.

Viva a Vida Programa de rádio Viva a Vida – 1792 – 26/01/2026 - Telas e Adultização

Assistir no YouTube

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

O que as famílias podem oferecer às crianças em substituição às telas?

É fundamental oferecer práticas saudáveis. O Brasil é um país tropical, com sol durante grande parte do ano, então atividades ao ar livre, como ir a parques e praias, são excelentes opções. Também há muitas atividades culturais gratuitas, como visitas a museus. Além disso, o exemplo dos adultos é essencial, como ler um livro e incentivar esse hábito nas crianças.

Atualmente, muitos falam em vício na Internet ou nas redes sociais. Dr. Eduardo, é certo falar assim, e como evitar que o uso de telas pelas crianças se torne um problema sério?

O termo mais adequado não é “vício”, mas sim “dependência”. O conceito de vício envolve questões biopsicossociais mais complexas. Em relação à dependência, é necessário estabelecer mediação e controle do tempo de uso das telas.

Percebemos que há dependência quando o uso das telas passa a impactar negativamente a vida social, educacional e, no caso de adolescentes, até a vida laboral, como a de um jovem aprendiz. Quando há prejuízo na vida escolar ou social, estamos diante de um problema que precisa de atenção.

Leia a entrevista na íntegra

1792 - 26/01/2026 - Telas e Adultização

E SDG Icons NoText 033º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Saúde e Bem-Estar”

Garantir o acesso à saúde de qualidade e promover o bem-estar para todos, em todas as idades

44º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Educação de qualidade”.

Garantir o acesso à educação inclusiva, de qualidade e equitativa, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos

Dra. Zilda

“Você transforma o país quando educa as famílias para cuidarem melhor de seus filhos.”

 

Papa Leão XIV

“É fundamental que os pais e os educadores estejam conscientes dessas dinâmicas e que sejam desenvolvidas ferramentas para monitorar e controlar a interação dos menores com os dispositivos tecnológicos.”

Criança

Mais Artigos...

  1. Volta às aulas
  2. Combate à Pobreza
  3. 42 anos de Pastoral da Criança
  4. Combate à Dengue
 
  • Página Inicial
  • Vida Plena
  • Campanhas

Pastoral da Criança

Endereço: Rua Jacarezinho 1691 - Mercês
CEP: 80810-900 - Curitiba - Paraná - Brasil

Telefone: ++55 (41) 2105-0250

Este trabalho da Pastoral da Criança é licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Não Comercial 3.0 Não Adaptada.

Política de Privacidade

Doar agora