10/09 - 09:09 - Reuters
LONDRES - A mortalidade infantil recuou em todo o mundo, mas está cada vez mais concentrada nos países pobres, disse o fundo da Organização das Nações Unidas para a infância (Unicef) nesta quinta-feira.
10/09 - 09:09 - Reuters
LONDRES - A mortalidade infantil recuou em todo o mundo, mas está cada vez mais concentrada nos países pobres, disse o fundo da Organização das Nações Unidas para a infância (Unicef) nesta quinta-feira.
Da Coordenação Nacional da Pastoral da Criança
As Coordenaçoes Paroquiais, de Áreas, Diocesanas e Estaduais
MAIO DE 2.000 - nº 14 (2ª edição)
Há mais de 15 anos, a Pastoral da Criança vem orientando as famílias acompanhadas para o uso de uma Alimentação Enriquecida. Trata-se de enriquecer a alimentação do dia a dia, com a maior variedade possível de alimentos disponíveis na própria região. A isso chamamos de "multimistura de alimentos". Além da variedade de alimentos, a Pastoral da Criança ensina as mães a acrescentarem na comida diária de sua família uma mistura feita com farinhas e cereais, farelo de trigo e de arroz, pós de folhas verde-escuras, de sementes e de casca de ovo.
DICAS
Da Coordenação Nacional da Pastoral da Criança
Às Coordenações de Ramo, Setor, Área, Núcleo, Grandes Metrópoles e Estadual.
Junho de 2005 – Número 30
Considera-se que uma comunidade não mostra sinal de vida quando suas FABS não são digitadas no sistema de informação por três meses ou mais. No Brasil, a cada 100 comunidades com Pastoral da Criança, 22 não mostram sinal de vida após 12 meses de existência.
Na busca de um esforço conjunto para que as comunidades com Pastoral da Criança se mantenham ativas, propomos um olhar especial de todas as coordenações, garantindo aos líderes condições de realizar com segurança suas atividades, independente das dificuldades ou de conflitos que possam existir.
Como detectar precocemente quais Ramos possuem muitas comunidades que não dão sinal de vida
A Coordenação de Setor, com os dados obtidos através do sistema de informação, pode detectar possíveis problemas, através dos seguintes relatórios:
FABS digitadas, enviado mensalmente pela Coordenação Nacional da Pastoral da Criança, juntamente com o Apoio Financeiro Mensal;
Curva de sobrevivência das comunidades, no Sistema de Informações computadorizado:
Relatório especial enviado pela Coordenação Nacional.
Como atuar nos Ramos que não dão sinal de vida:
No primeiro mês, o coordenador de Setor deve procurar o coordenador de Ramo para saber o que está acontecendo;
No segundo mês, o coordenador de Setor deve ir até o Ramo para saber o motivo de falência das comunidades. Nesta visita, o coordenador de Setor deve:
o conversar pessoalmente com o coordenador de Ramo;
o conversar pessoalmente com o pároco;
o visitar uma ou mais comunidades que deixaram de enviar as FABS para saber, diretamente dos líderes, o que está ocorrendo.
No terceiro mês:
o visitar todas as comunidades do Ramo;
o regularizar o envio das FABS;
o marcar um local para os coordenadores de comunidade entregarem as FABS, por exemplo: a secretaria paroquial;
o determinar quem do Setor se encarregará de revisar as FABS e encaminhá-las para a Coordenação Nacional.
Para que o descrito acima aconteça, é necessário já ter constituído uma equipe, com pessoas do próprio Setor, de área e capacitadores que possam visitar as comunidades tão logo se detecte um problema com a coordenação de Ramo. Os Ramos mais próximos aquele que não dá sinal de vida também podem ajudar
Como evitar que as comunidades desanimem:
Detectar precocemente situações que desanimam os líderes:
Sobrecarga por haver muitas crianças por líder;
Ver nos relatórios a Média Mensal de Crianças e Gestantes acompanhadas pela Pastoral da Criança, por comunidade;
Falta de resultados positivos: muitas crianças em situação de risco, desnutrição, pouca atenção à amamentação, morte de criança, baixa freqüência das crianças nas pesagens, poucas visitas realizadas, etc.;
Ver nos Extratos de Indicadores;
Valorização: mostrando o quão importante é o trabalho dos líderes. Por isso, mobiliza-se a Coordenação Nacional, de Setor e de Ramo para que a FABS com erro de preenchimento volte para a comunidade, se verifique o que ocorreu e se envie uma segunda via corrigida. O esforço dos líderes deve ficar registrado corretamente na história da Pastoral da Criança.
Desvalorização: reclamando da falta de atenção, “punindo” quem não fez certo, etc.
Quais comunidades devem ser visitadas primeiro?
A coordenação de Ramo deve programar suas visitas priorizando as comunidades que passam por maior dificuldade, por exemplo, aquelas que não estão enviando FABS. De modo geral, esse é o primeiro indício de que algo não vai bem.
Para evitar que as comunidades com dificuldade parem as atividades da Pastoral da Criança, é necessário traçar estratégias para motivar e direcionar a caminhada. Nesse caminho, algumas dicas podem ser seguidas, como:
A comunidade totalmente falida deve ser prioridade absoluta para o coordenador de Ramo. Neste caso, reunir com o pároco, os líderes que desanimaram e com outras pessoas da comunidade (item 9, acima). Julgar o que pode ser feito e Agir, superando as dificuldades e retomando as atividades de rotina. Caso seja necessário, programar a identificação e capacitação de novos líderes.
É na participação solidária que formamos a família da Pastoral da Criança, quando o resgate das comunidades é compromisso de todos, “cuidando” para que as atividades do líder estejam asseguradas, acolhendo idéias diferentes, aprendendo e analisando em conjunto os resultados, sejam eles bons ou não. Tornando nossos atos comunitários, e não individuais, formamos comunhão, onde os frutos aparecem e se somam no acolhimento e na luta pela garantia de vida digna para todos!
DICAS
Da Coordenação Nacional da Pastoral da Criança
Às Coordenações de Ramo, Setor, Área, Núcleo, Grandes Metrópoles e Estadual.
SETEMBRO DE 2005 - NÚMERO 28
A Alimentação Enriquecida é a nossa comida de todo o dia preparada com a variedade dos alimentos regionais, de qualidade nutricional e sanitária, de sabor agradável e de baixo custo.