Foto: Bas Silderhuis
Uma mulher que morre em decorrência da gestação é mais que apenas óbito comum. Significa que, em algum momento, essa gravidez não foi cuidada o quanto deveria. Até novembro de 2015, no Brasil, 1.178 mulheres passaram a figurar no índice de mortalidade materna – aquelas que acontecem da concepção até 42 dias após o parto, e que a morte tem alguma ligação com o fato de estarem grávidas. Sabe-se entretanto que este número pode ser maior: alguns casos não são notificados como relacionados à gravidez ou ao parto. Neste sábado, 28 de maio, Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna e Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher, essas mães são lembradas.
Nesta semana, é celebrada a Santíssima Trindade. Confira a mensagem da coordenadora nacional da Pastoral da Criança, Ir. Veneranda Alencar, sobre a unidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Cada gota de leite que uma mãe doa, pode significar uma vida salva. A doação de leite humano além de colaborar na nutrição de crianças prematuras – ou de crianças que a mãe não pode amamentar –, estimula o corpo da mulher a produzir ainda mais leite para o próprio filho. Mulheres do mundo todo são incentivadas, especialmente no dia 19 de maio, Dia Mundial de Doação do Leite Humano, a fazer sua parte.
A suplementação das crianças acontece a partir do sexto mês. Até os seis meses, o leite materno é o único alimento indicado para o bebê e é responsável por suprir todas as suas necessidades. Crianças nascidas com baixo peso ou prematuras podem ter indicação médica para receber o suplemento antes desse período. No caso do ferro, a suplementação pode acontecer até os dois anos. A vitamina A é indicada até os cinco anos.