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A Pastoral da Criança

A Pastoral da Criança é um Organismo de Ação Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Integramos a Rede de Parcerias do Governo Federal, atuando em todos os estados brasileiros e em países da América do Sul e da África.

Baseamos nossas ações na organização comunitária e no treinamento de líderes comunitários (voluntários), que assumem a tarefa de orientar e acompanhar as famílias vizinhas em ações de saúde, educação, nutrição e cidadania .

Nossas principais ações são o acompanhamento de gestantes e crianças de zero a seis anos . Além disso, atuamos de forma permanente e ativa no controle social de políticas públicas e promovemos campanhas de mobilização.

SAIBA MAIS

 

 

papa 2Confira uma síntese, feita pelo Observatório Romano, da mensagem do Papa Francisco para a celebração do dia 1º de janeiro de 2016, com a temática “Vence a indiferença e conquista a paz”.

A “globalização da indiferença”, hoje, representa “uma ameaça para a família humana”. Parte desta convicção a mensagem do Papa Francisco para o quadragésimo nono Dia Mundial da Paz, que se celebra no dia 1º de janeiro de 2016, sobre o tema “Vence a indiferença e conquista a paz”. Na opinião do pontífice, é precisamente “a indiferença para com o próximo, filha daquela em relação a Deus”, que alimenta atitudes de inércia e de desempenho, que por sua vez produzem “situações de injustiça e grave desequilíbrio social”, desencadeando até em graves formas de conflito e de violência. Mesmo a poluição ambiental deriva de comportamentos deste tipo e alimenta, por sua vez, novas situações de insegurança e de tensão a nível internacional. “Quantas guerras aconteceram e quantas ainda serão combatidas – questionou-se a este propósito o Papa – por causa da falta de recursos ou para responder ao pedido insaciável de recursos naturais?”.

Perante esta realidade, Francisco propõe que redescubramos a solidariedade “como virtude moral e atitude social” e que valorizemos “iniciativas e ações positivas que testemunhem a compaixão e a misericórdia”. Concretamente, o pontífice renova o apelo para abolir a pena de morte e para conceder uma anistia, invocando medidas eficazes para melhorar as condições de vida nos cárceres. Ao mesmo tempo, convida a “reconsiderar as legislações sobre as migrações, a fim de que sejam animadas pela vontade de acolhimento” e “possam facilitar a integração dos migrantes”. O Santo Padre lançou também “um apelo premente aos responsáveis dos Estados” a fim de que realizem “gestos concretos em prol dos nossos irmãos e irmãs que sofrem pela falta de emprego, terra e teto”. Além disso, nos pedidos de Francisco há espaço para os doentes, aos quais se deve garantir sem limitação alguma “o acesso aos cuidados médicos e aos medicamentos indispensáveis para a vida, inclusive a possibilidade de assistência domiciliar”.

Na conclusão da mensagem, “um tríplice apelo” aos governantes e aos líderes mundiais: o pontífice exorta-os a “abster-se de arrastar os outros povos para conflitos ou guerras”, a comprometer-se pelo cancelamento ou a gestão sustentável da dívida internacional dos Estados mais pobres, a adotar “políticas de cooperação que, em vez de se sujeitar à ditadura de algumas ideologias, sejam respeitadoras dos valores das populações locais” e que, de qualquer forma, não resultem “lesivas do direito fundamental e inalienável dos nascituros à vida”.

Saiba mais: "Vence a indiferença e conquista a paz" (texto na íntegra)

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