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A Pastoral da Criança

A Pastoral da Criança é um Organismo de Ação Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Integramos a Rede de Parcerias do Governo Federal, atuando em todos os estados brasileiros e em países da América do Sul e da África.

Baseamos nossas ações na organização comunitária e no treinamento de líderes comunitários (voluntários), que assumem a tarefa de orientar e acompanhar as famílias vizinhas em ações de saúde, educação, nutrição e cidadania .

Nossas principais ações são o acompanhamento de gestantes e crianças de zero a seis anos . Além disso, atuamos de forma permanente e ativa no controle social de políticas públicas e promovemos campanhas de mobilização.

SAIBA MAIS

 

 

1- Viva e deixe viver
Em Roma, as pessoas usam uma expressão similar que diz: ‘Siga adiante e deixe que os outros sigam também’. Viver e deixar viver é o primeiro passo para a paz e a felicidade.

2- Doe-se aos outros
Se uma pessoa não se abre com os outros, ela corre o risco de ser egoísta. E a água represada é a primeira a se tornar pútrida.

3- Seja tranquilo
Citando o livro ‘Don Segundo Sombra’, de Ricardo Guiraldes, o pontífice fala sobre a tranquilidade. Há uma passagem muito bonita, sobre alguém que revê a sua vida. O protagonista diz que, quando jovem, era um córrego pedregoso, enquanto na fase adulta assemelhava-se a um rio que seguia em frente. Na velhice, ele se sentia em movimento, mas muito lentamente, como um remanso. Eu utilizaria essa imagem do poeta Ricardo Guiraldes, esse último adjetivo, remansado. A capacidade de se mover com benevolência e humildade, na calmaria da vida. Os anciãos têm essa sabedoria, são a memória de um povo. E um povo que não cuida de seus anciãos não tem futuro.

4- Brinque com as crianças
O consumismo nos levou a essa ansiedade de perder a saudável cultura do ócio, de ler, de desfrutar da arte. Agora eu ouço poucas confissões, mas em Buenos Aires eu ouvia as confissões de muitas pessoas. E quando vinha até mim uma mãe jovem eu perguntava: “Quantos filhos você tem? Você brinca com seus filhos?”. Era uma pergunta que não se esperava, mas eu dizia que brincar com os filhos é a chave, é um hábito sadio. É difícil, os pais saem para trabalhar cedo e, às vezes, voltam quando os filhos estão dormindo. É difícil, mas é algo necessário.

5- Compartilhe os domingos com a família
Outro dia, em Campobasso (cidade italiana), fui a uma reunião entre o mundo universitário e o mundo operário. Todos pediam para não haver trabalho aos domingos. O domingo é para a família.

6- Ajude os jovens a conseguir emprego
Se faltam oportunidades, eles caem nas drogas. E o índice de suicídio entre os jovens desempregados está muito alto. Não é suficiente dar comida a eles, é preciso inventar cursos de um ano de encanador, eletricista, costureiro. Você obtém dignidade quando consegue levar comida para dentro de casa.

7- Cuide da natureza
É preciso cuidar da criação, e não estamos fazendo isso. É um dos nossos maiores desafios.

8- Seja positivo
A necessidade de falar mal de outra pessoa indica uma baixa autoestima. É o mesmo que dizer: ‘eu me sinto tão para baixo que, em vez de tentar subir, rebaixo o próximo’. Esquecer rapidamente do que é negativo é algo saudável.

9- Respeite quem pensa diferente
Nós podemos inquietar o outro a partir de testemunhos, assim crescemos juntos ao nos comunicar. Mas a pior coisa é o proselitismo religioso, que paralisa: “Eu falo com você para convertê-lo”. Não. Cada um dialoga a partir de sua identidade. A igreja cresce por meio da atração, não do proselitismo.

10- Trabalhe pela paz
Estamos vivendo uma época com muitas guerras (...) A guerra destrói. É preciso gritar o clamor pela paz. A paz, às vezes, passa a ideia de quietude, mas ela nunca é silenciosa, é sempre uma paz ativa.

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