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A Pastoral da Criança

A Pastoral da Criança é um Organismo de Ação Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Integramos a Rede de Parcerias do Governo Federal, atuando em todos os estados brasileiros e em países da América do Sul e da África.

Baseamos nossas ações na organização comunitária e no treinamento de líderes comunitários (voluntários), que assumem a tarefa de orientar e acompanhar as famílias vizinhas em ações de saúde, educação, nutrição e cidadania .

Nossas principais ações são o acompanhamento de gestantes e crianças de zero a seis anos . Além disso, atuamos de forma permanente e ativa no controle social de políticas públicas e promovemos campanhas de mobilização.

SAIBA MAIS

 

 

trocandoideias 100x113No mês passado, escrevi aqui sobre  atitudes de um pai de uma família acompanhada pela Pastoral da Criança em São Paulo. Esse pai, cumprindo sua função paterna, favoreceu não só o desenvolvimento do filho maior, que estava apresentando comportamentos diferentes, agressivos, que preocupavam os pais, como também do outro filho bebê, que tinha nascido há pouco. Aproveito esse exemplo real para falar mais sobre o pai, que tem um papel fundamental no desenvolvimento de uma criança desde que ela nasce.

O bebê humano é o mamífero mais dependente dos adultos para viver. Ele não tem seu desenvolvimento completado na gestação, pois ficaria muito grande e não caberia na barriga da mãe. Sendo assim, depois que nasce, precisa da mãe até para ser levado ao peito para mamar. Nós vemos que outros mamíferos que conhecemos, como gatinhos, cachorrinhos e bezerrinhos vão, por conta própria, até as tetas da mãe, não é?

Bem pequeno, o bebê precisa muito da mãe para sobreviver e ela precisa continuar sua função de mãe, que já começou no ventre, dando alimento, calor, proteção, cuidados e amor ao bebê. E o pai? Ele também, desde a gestação, compreendendo e atendendo as necessidades de sua mulher gestante, está contribuindo para o desenvolvimento do bebê. Quando o bebê nasce, o pai não vai poder amamentá-lo, mas pode estreitar mais sua relação com o bebê dando calor, proteção, cuidados e amor a ele, e nisso estará também auxiliando a mãe a se recompor para dar o alimento e atenção que o bebê solicita tanto dela. Mas o pai tem outra função muito importante, que é “partejar” o filho da mãe, pois nós mulheres temos, muitas, o instinto de “chocadeira” protegendo nossos filhotes até mais do que eles necessitam. E, assim, pelo excesso de amor ou por insegurança nossa,  não favorecemos a construção da autonomia de nossos filhos e filhas. Ter autonomia significa saber pensar, decidir, fazer as coisas por conta própria, pois não podemos depender de mãe e pai a vida toda, nem os pais devem querer isso. Como, mais ou menos, disse o médico e psicanalista Francisco Daudt, em um artigo no jornal Folha de São Paulo: “.... no melhor dos mundos, as funções de mãe, no atendimento às necessidades do bebê, iriam diminuindo, à medida que as capacidades do bebê, da criança, fossem aumentando, apoiadas pela função do pai que vai mostrando que filho que aprende a andar, não precisa de colo; filha que já consegue segurar o garfo não precisa receber alimento na boca, entre outros exemplos de “dar asas” aos filhos, que geralmente os pais fazem melhor que nós”.

Portanto, papais, como podem ver, seu papel e sua responsabilidade na criação de seus filhos e filhas é muito grande. Por isso, vocês são tão importantes para eles.

Márcia Mamede
Assistente Técnica da Pastoral da Criança

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